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28 de junho de 2011

PROJETO DE FÉRIAS

PROJETO DE FÉRIAS


PROJETO TA NA HORA DE BRINCAR


Tema: PROJETO TA NA HORA DE BRINCAR

Justificativa:


Muitas crianças entram de férias, mas muita não tem como. E foi pensando nessas crianças que desenvolvi esse projeto.


Objetivos:


Brincar
Buscar maior interação
Desenvolver a criatividade
Proporcionar atividades prazerosas.



Metodologia:
Filmes
Brincadeiras diversas
Interação
Pinturas
Imaginação

Duração prevista 8 dias.



O que pode ser trabalhado com este projeto?


Língua Portuguesa
Artes
Estudos Sociais
Educação física


Atividades


Elaborar atividades coletivas com os alunos a partir de muitas brincadeiras
Dançar e cantar diversas musicas
Brincar , brincar muito.


Brincando a criança descobre o mundo, aprende se desenvolve. Os tipos de brincadeira e a forma de brincar se modificam de acordo com a etapa de desenvolvimento que a criança apresenta. A brincadeira auxilia no desenvolvimento global da criança.

A criança exercita e organiza o pensamento, a noção de individualidade, a linguagem, a necessidade de perseverar entre outros.

Na brincadeira a criança exprime seus medos, desejos, experiências. De forma simbólica o brinquedo torna-se um meio de expressão. Se o brincar é algo tão importante no desenvolvimento da criança, é também fundamental para o desenvolvimento da linguagem e da fala.

A adequada aquisição e desenvolvimento da comunicação dependem de vários fatores, entre eles: o biológico, o afetivo e o social. E foi dentro dessa visão que desenvolvemos o projeto é hora de brincar, num período onde muitas crianças estão em recesso escolar, mas algumas continuam em atividades por vários motivos.
Nessa semana faremos atividades mais lúdicas, buscando com isso uma interação maior.
Nosso objetivo maior é de fazer dessa semana uma semana diferente, atrativa, motivadora, lúdica.

Relação das atividades:


SESSÃO DE CINEMA. O FILME : OS TRÊS PORQUINHOS
BAÚ DE ROUPA
DIA DO BRINQUEDO.
TINTURAS NO PAPEL PARDO.
PASSEIOS
MÚSICAS

http://profsandrandia.blogspot.com/2009/06/projeto-de-ferias.html


23 de junho de 2011

MÉTODO ABA PARA AUTISTAS.


ABA



Quem pode se


beneficiar com ABA?


O tratamento com Aba tem beneficiado todo o tipo de aprendiz em todas as idades, com muita ou pouca habilidade, em várias questões diferentes. No começo dos anos 60, começou-se a se trabalhar com a análise do comportamento em crianças autistas e com outras desordens do desenvolvimento. Desde aquela época, uma grande variedade de técnicas de ABA tem sido desenvolvida para construir o aprendizado em crianças autistas de todas as idades. Essas técnicas são usadas tanto em situações mais estruturadas e formais como nas situações mais naturais, tipo as situações do dia-a-dia e tanto na situação de 1 pra 1, como nas instruções em grupo.


O uso dos princípios e técnicas da ABA para ajudar pessoas com autismo terem uma vida mais feliz e produtiva se expandiu rapidamente nos últimos anos. Hoje, ABA é amplamente reconhecido como seguro e efetivo no tratamento do autismo.


ABA tem sucesso com autistas adultos?


Sim. Documentos de pesquisa mostram que várias técnicas de ABA são efetivas em construir habilidades em crianças, adolescentes e adultos com autismo e disordens relacionadas. E ainda, os métodos de ABA são úteis em ajudar as famílias a lidar com muitos comportamentos difíceis que podem acompanhar o autismo, sem os efeitos colaterais de drogas. Nos EUA muitos desses indivíduos adultos com acompanhamento de ABA aprenderam a desenvolver alguma atividade voltada pro trabalho e a ter uma ótima participação em suas comunidade.







De acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Nova Yorque, procedimentos derivados da análise do comportamento são essenciais em qualquer programa desenvolvido para o tratamento de indivíduos diagnosticados com autismo. A academia nacional de ciências dos EUA, por exemplo, concluiu que o maior nº de estudos bem documentados utilizaram-se de métodos comportamentais. Além disso, a Associação para a Ciência do Tratamento do Autismo dos Estados Unidis, afirma que ABA é o único tratamento que possui evidência científica suficiente para ser considerado eficaz.


O tratamento ABA envolve o ensino intensivo e individualizado das habilidades necessárias para que o indivíduo possa adquirir independência e a melhor qualidade de vida possível. Dentre as habilidades ensinadas incluem-se comportamentos sociais, tais como contato visual e comunicação funcional; comportamentos acadêmicos tais como pré-requisitos para leitura, escrita e matemática; além de atividades da vida diária como higiene pessoal. A redução de comportamentos tais como agressões, estereotipias, autolesões, agressões verbais, e fugas também fazem parte do tratamento comportamental, já que tais comportamentos interferem no desenvolvimento e integração do indivíduo diagnosticado com autismo.


Durante o tratamento comportamental (ABA), habilidades geralmente são ensinadas em uma situação de um aluno com um professor via a apresentação de uma instrução ou uma dica, com o professor auxiliando a criança através de uma hierarquia de ajuda (chamada de aprendizagem sem erro). As oportunidades de aprendizagem são repetidas muitas vezes, até que a criança demonstre a habilidade sem erro em diversos ambientes e situações. A principal característica do tratamento ABA é o uso de consequências favoráveis ou positivas (reforçadoras). Inicialmente, essas consequências são extrínsicas (ex. uma guloseima, um brinquedo ou uma atividade preferida). Entretanto o objetivo é que, com o tempo, consequências naturais (intrínsecas) produzidas pelo próprio comportamento sejam suficientemente poderosas para manter a criança aprendendo. Durante o ensino, cada comportamento apresentado pela criança é registrado de forma precisa para que se possa avaliar seu progresso.


O uso da Análise Comportamental Aplicada voltada para o autismo baseia-se em diversos passos: 1- avaliação inicial, 2- definição de objetivos a serem alcançados, 3- elaboração de programas/procedimentos, 4- ensino intensivo, 5- avaliação do progresso. O tratamento comportamental caracteriza-se, pela experimentação, registro e constante mudança. A lista de objetivos a serem alcançados é definida pelo profissional, juntamente com a família com base nas habilidades iniciais do indivíduo. Assim, o envolvimento dos pais e de todas as pessoas que participam da vida da criança é fundamental durante todo o processo.


Concluindo, ABA consiste no ensino intensivo das habilidades necessárias para que o indivíduo diagnosticado com autismo ou transtornos invasivos do desenvolvimento se torne independente. O tratamento baseia-se em anos de pesquisa na área da aprendizagem e é hoje considerado como o mais eficaz.



Caio Miguel,


Ph.D, Psicólogo, doutor em análise do comportamento pela Western Michigan Universit.


Artigo publicado no BAB - Boletim Autismo Brasil n.2, de junho de 2005.


http://sites.google.com/site/autismoemfoco/aba

14 de junho de 2011

O processo de alfabetização

O processo de alfabetização

Reportagem disponível em:
http://revistaescola.abril.com.br

Ana Teberosky: ''Debater e opinar estimulam a leitura e a escrita''

Para a educadora argentina, nas sociedades em

ue se valoriza a

interação entre as pessoas e a cultura escrita,

o processo de alfabetização

é mais eficiente


Ana Teberosky é uma das
pesquisadoras mais respeitadas
quando o tema é alfabetização.
A Psicogênese da Língua Escrita,
studo desenvolvido por ela
e por Emilia Ferreiro no final dos
anos 1970, trouxe novos elementos para esclarecer
o processo vivido pelo aluno que está aprendendo
a ler e a escrever. A pesquisa tirou a alfabetização
do âmbito exclusivo da pedagogia e a
levou para a psicologia. "Mostramos que
a aquisição das habilidades de leitura e escrita
depende muito menos dos métodos utilizados do
que da relação que a criança tem desde pequena
com a cultura escrita", afirma. Para ela, os
recursos tecnológicos da informática estão
proporcionando novos aprendizados para
quem inicia a escolarização, mas as práticas
sociais, cada vez mais individualistas, não ajudam
a formar uma comunidade alfabetizadora.

Doutora em psicologia e docente do Departamento
de Psicologia Evolutiva e da Educação da Universidade
de Barcelona, ela também atua no
Instituto Municipal de Educação dessa cidade,
esenvolvendo trabalhos em escolas públicas.
Em setembro, quando esteve no Brasil para participar
do Congresso Saber 2005, ela deu
seguinte entrevista à ESCOLA.

De quem é a culpa quando uma criança não é alfabetizada?
Ana Teberosky - A responsabilidade é de todo o sistema, não apenas do professor.
Quando a escola acredita que a alfabetização se dá em etapas e primeiro ensina
as letras e os sons e mais tarde induz à compreensão do texto, faz o processo errado.
e há separação entre ler e dar sentido, fica difícil depois para juntar os dois.

Como deve agir o professor especialista ao deparar com estudantes
e 5ª a 8ª série não alfabetizados?

Ana Teberosky - Todo educador precisa saber os motivos pelos
quais a alfabetização não ocorre.
Sou contra usar rótulos como alfabetizado e não-alfabetizado, leitor e não-leitor.
Quando se trata de conhecimento, não existe o "tudo ou nada". Uma criança que
tenha acabado as quatro primeiras séries, apesar de dominar os códigos da
língua, pode ter dificuldade em compreender um texto e não estar habituada a
estudar. Algumas apresentam resistência a tudo o
que se refere à escola por motivos vários.
Outras têm mesmo dificuldades e, por não saber superá-las
ou não contar com alguém
para ajudar, evitam contato com textos. Cada caso exige atenção
tratamento diferentes.

A atitude positiva do professor tem impacto na alfabetização da turma?
Ana Teberosky - Acreditar que o aluno pode aprender é a melhor atitude

de um professor para chegar a um resultado positivo em termos de alfabetização.

A grandevantagem de trabalhar com os pequenos é ter a evolução natural a seu favor.

Se não existe patologia, maus-tratos familiares ou algo parecido, eles são máquinas

de aprender: processam rapidamente as informações,

têm boa memória, estão sempre dispostos

a receber novidades e se empolgam com elas.

Um professor que não acha que o estudante seja

capaz de aprender é semelhante a um pai que não compra uma bicicleta

para o filho porque esse não sabe pedalar. Sem a bicicleta, vai ser mais difícil aprender!

Os defensores do método fônico culpam o construtivismo, base dos

Parâmetros Curriculares Nacionais, pelos problemas de alfabetização no Brasil.

O que a senhora pensa disso?
Ana Teberosky - Para afirmar se a culpa é ou não de determinada maneira de ensinar,

seria necessário ter um estudo aprofundado das práticas pedagógicas dos

lfabetizadores em todo o país. Uma coisa é o que eles declaram fazer, outra é

o que eles executam de fato. Quem afirma que uma forma de alfabetizar

melhor que a outra está apenas dando sua opinião pessoal já que não existe

nenhuma pesquisa nessa linha. A dificuldade em alfabetizar no Brasil

é histórica e já existia mesmo quando o método fônico estava na moda.

O bom desempenho de alguns países nas avaliações internacionais

pode ser atribuído à utilização do método fônico?
Ana Teberosky
- Não dá para comparar um país com outro, porque não é

somente a maneira de ensinar que muda. Outros fatores aliás,

importantíssimos influenciam no processo de aquisição da escrita,

como as características de cada idioma. É muito mais fácil alfabetizar

em uma língua em que há correspondência entre o sistema gráfico

e o sonoro ou naquelas em que as construções sintáticas

são simples, por exemplo.

O método fônico e a psicogênese da língua escrita são incompatíveis?
Ana Teberosky - A psicogênese não é método, e sim uma teoria que explica o

processo de aprendizagem da língua escrita. Nesse contexto, defendemos a

integração de várias práticas pedagógicas. Mas o importante é que se leve

em conta, além do código específico da escrita, a cultura e o ambiente letrados

em que a criança se encontra antes e durante a alfabetização. Não dá para ela

adquirir primeiro o código da língua e depois partir para a

compreensão de variados textos. Nós acreditamos que ambos têm

de ocorrer ao mesmo tempo, e aí está o diferencial da nossa proposta.

Como o processo de alfabetização deve ser avaliado?
Ana Teberosky - O professor deve se basear no momento

nicial de aprendizagem de cada aluno,

verificando o que ele conquistou em determinado período. Além do mais,

a avaliação passa pela análise do próprio trabalho: o professor tem condições

materiais e estruturais para ensinar?

Ele criou um ambiente alfabetizador favorável

à aprendizagem e necessidades de usar a língua escrita?

O que é um ambiente alfabetizador?
Ana Teberosky - É aquele em que há uma cultura letrada, com livros, textos

digitais ou em papel , um mundo de escritos que circulam socialmente.

A comunidade que usa a todo momento esses escritos, que faz circular

as idéias que eles contêm, é chamada alfabetizadora.

Nós vivemos em uma comunidade alfabetizadora?
Ana Teberosky
- Cada vez menos a sociedade auxilia a alfabetização

por não promover situações públicas em que seja possível a circulação

de escritos, debates, discussões e reuniões em que

todos sintam necessidade e vontade de usar a palavra.

O individualismo vai contra a formação de leitores e escritores.

Há uma tese brasileira que mostra como os sindicatos,

durante sua história, desenvolveram uma cultura alfabetizadora

entre seus membros. Como os líderes tinham de convencer os

filiados sobre determinadas teses, buscavam informações para embasar

seus argumentos, levantavam questões e respondiam às apresentadas.

Os sindicalizados, por seu lado, também precisavam ler documentos,

participar de reuniões, colocar suas dúvidas e opiniões para decidir.

Quais atividades o professor alfabetizador deve realizar?
Ana Teberosky - Formar grupos menores para as crianças terem

mais oportunidade de falar e ler para elas são estratégias fundamentais!

É preciso compartilhar com a turma as características dos personagens,

comentar e fazer com que todos falem sobre a história, pedir aos pequenos

para recordar o enredo, elaborar questões e deixar que eles exponham as dúvidas.

Se nos 200 dias letivos o professor das primeiras séries trabalhar um livro por

semana, a classe terá tido contato com 35 ou 40 obras ao final de um ano.

É correto o professor escrever para os alunos

quando eles ainda não estão alfabetizados?
Ana Teberosky - Sim. A atuação do escriba é um ponto bastante

mportante no processo de alfabetização. O estudante que dita para o professor

já ouviu ou leu o texto, memorizou as principais informações que ele contém

e com isso consegue elaborar uma linha de raciocínio. Ao ver o que disse escrito

no quadro-negro, ele diferencia a linguagem escrita da falada, seleciona as

melhores palavras e expressões, percebe a organização da escrita em linhas,

a separação das palavras, o uso de outros símbolos, como os de pontuação.

A criança vê o seu texto se concretizar.

O computador pode ajudar na alfabetização?
Ana Teberosky - O micro permite aprendizados interessantes.

No teclado, por exemplo, estão todas as letras e símbolos que a língua

oferece. Quando se ensina letra por letra, a criança acha que o alfabeto

é infinito, porque aprende uma de cada vez. Com o teclado, ela tem

noção de que as letras são poucas e finitas. Nas teclas elas são maiúsculas e,

no monitor, minúsculas, o que obriga a realização de uma correspondência.

Além disso, quando está no computador o estudante escreve com as duas mãos.

Os recursos tecnológicos, no entanto, não substituem o texto manuscrito

durante o processo de alfabetização, mas com certeza o complementam.

Aqueles que acessam a internet lêem instruções ou notícias, escrevem e-mails

e usam os mecanismos de busca. Ainda não sabemos quais serão as conseqüências

cognitivas do uso do computador, mas com certeza ele exige muito da escrita e da leitura.

É possível alfabetizar em classes numerosas?
Ana Teberosky - Depende da quantidade de alunos. Em quatro horas de aula

por dia com 40 crianças, é muito difícil e eu não saberia como fazer...

Seria melhor se cada sala tivesse 20, 25. Em Barcelona, estamos experimentando

os agrupamentos flexíveis, que misturam grupos de diferentes níveis,

com 12 estudantes e com três ou quatro professores à disposição para orientação.

Existem algumas possibilidades desde que haja contribuição da gestão pública.

Por Paola Gentile

Dica Rápida: Como inverter um link? E A internet sem fio é de graça? No celular ou no notebook?


Dica Rápida: Como inverter um link?


Procurando um site para inverter links?



Então acesse Inverter Link do Na Faixa.



Pra que serve? Bom não sei mas o pessoal está usando para passar pelos Protetores de Link. Eu só gosto do meu protetor e você *-*?



Além de inverter link você pode inverter palavras aleatórias que tal? Pra que eu não sei mas pode(rs).



Quando estiver lá de uma navegada pelo site lá, tem muito mais coisas interessantes pra você =D



A internet sem fio é de graça? No celular ou no notebook?






Para alguns pode parecer uma pergunta idiota, mas essa dúvida é freqüente entre as pessoas que não tem muita intimidade com tecnologia.


Bom de graça até existe, em locais como Praças de Alimentação de Shopping, Cafés, Lojas de informatica e etc, muitos desses lugares disponibilizam acesso para seus clientes, fora isso não tem internet gratuita por ai não.


Para celulares existem basicamente 2 formas de conseguir o acesso web, primeiro é acessando por uma rede WIFI, pode ser a rede da sua casa, trabalho ou as já comentadas acima, outra forma é a conexão com as operadoras via 3G. A 3G é paga o valor varia muito em cada operadora, inclusive estamos em uma época com muitos descontos e planos especiais. O 3G é uma conexão que você vai conseguir ter acesso em praticamente qualquer lugar por que ele funciona “junto” com a rede de celular, já o acesso via WIFI, geralmente tem alcance curto 100m por exemplo, precisa do equipamento de roteamento ponto de adsl etc.


O mesmo vale para notebooks, com a diferença que só agora notebooks estão vindo com 3G de “fabrica”, apesar que é possível usar adaptadores USB para o acesso 3G.


Finalizando a internet sem Fio não é de graça, nem no celular nem no notebook, alguma empresas fornecem para os clientes acesso gratuito durante a estadia em seu estabelecimento e só, e o 3G é pago.

Informática, Interne

Síndrome de Prader Willi E Síndrome de Peter Pan




Síndrome de Prader Willi


A síndrome de Prader Willi é uma doença de origem genética, com origem no cromossoma 15 e ocorre no momento da concepção. Afeta meninos e meninas em um complexo quadro de deficiências, durante todas suas vidas. Um diagnóstico precoce, clinico e depois através de exames genéticos, antes da manifestação dos sintomas tem trazido uma melhora na qualidade de vida dos portadores nos últimos anos.
Bebês com Síndrome de Prader Willi (SPW) apresentam baixo APGAR, dificuldade de sucção, choro fraco e são muito pouco ativos, dormindo a maior parte do tempo. Raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuromotor é lento, tardam a sentar, gatinhar, caminhar. A síndrome, em seus sintomas sempre existiu mas foi classificada/descoberta em 1956.
É uma síndrome pouco comum e desconhecida na sociedade, poucos profissionais da saúde sabem sobre ela. A incidência é em torno de 1:15000 no mundo e acredita-se que muitos portadores não estão dagnosticados. Os sintomas da síndrome variam em intensidade de individuo para individuo e estão também associadas ao ambiente em que este vive e ao acompanhamento terapeutico/educacional que recebe, os principais sintomas são: - hiperfagia - obsessão com comida, que pode surgir entre os 2 e 5 anos de idade, podendo levar a obesidade ainda na infância
- hipotonia - fraco tônus muscular, dificuldades com movimentos
- dificuldades de aprendizagem e fala
- instabililidade emocional e imaturidade nas trocas socias
- alterações hormonais - atraso no desenvolvimento sexual
A obesidade manifestada por muitos portadores é causada por um excessivo apetite. Esta fome contínua é provavelmente causada por uma desordem do hipotálamo, no cérebro: durante uma refeição, a "mensagem" de saciedade não chega e se não controlado esse acesso a quantidade/composição da comida, o ganho de peso é rápido.
Obesidade é tratada com muito preconceito na sociedade, como um desleixo do individuo, dos hábitos alimentares.. Por isso esse sintoma da síndrome de Prader Willi não é compreendido e aceito como uma deficiência, trazendo muitas dificuldades para os individuos e suas familias na vida social, na educação, no dia-a-dia.
Muitos dos efeitos adversos de todos os sintomas podem ser amenizados, pelo conhecimento e compreensão da síndrome pela familia - que com seu trabalho e estímulo promove um espaco para o individuo se desenvolver - e por um atendimento de saúde adequado, que envolve profissionais como pediatra, fisioterapeuta, psicologo,pedagogo, fonoaudiologo, dieticista, e outros. Diagnóstico é fundamental. Não existe cura para PWS.


http://geocities.yahoo.com.br/prader_willi_br


Síndrome de Peter Pan


Genética facilita 'síndrome de Peter Pan'
Cientistas já sabem qual proteína do cérebro desencadeia adolescência.
Descoberta pode impedir adolescência precoce, mas levanta questões éticas.


A intervenção médica radical sofrida pela menina americana Ashley, que deteve seu desenvolvimento normal e, na prática, a tornou fisicamente uma espécie de Peter Pan, é só o lado mais extremo de uma possibilidade cada vez mais presente. Avanços recentes na genética e na endocrinologia estão trazendo para mais perto da realidade um controle fino do momento em que a adolescência começa. Resta saber, no entanto, se controlar esse evento fundamental da biologia humana é desejável, e quais são as conseqüências disso.
A discussão no meio científico está sendo impulsionada pela descoberta da kisspeptina, uma proteína do cérebro que parece estar na origem dos processos que desencadeiam a puberdade. Pesquisadores britânicos da empresa Paradigm Therapeutics, ao lado de americanos da Universidade Harvard, identificaram a ação da kisspeptina, ao estudar camundongos e membros de uma família da Arábia Saudita que pareciam sofrer da “síndrome de Peter Pan”.
Tanto os camundongos quanto os sauditas nasceram com um defeito genético que lhes tirou a “fechadura” química onde se encaixa a kisspeptina no hipotálamo (uma área da base do cérebro). Sem isso, a proteína não tem como agir e não desencadeia a produção dos hormônios responsáveis pelas características sexuais dos mamíferos adultos, a testosterona (masculina) e o estrogênio (feminino).



No caso dos humanos, o resultado é a doença conhecida como IHH. Pessoas do sexo masculino não têm desejo sexual, barba ou voz grave. As mulheres não desenvolvem seios nem menstruam. Ambos os sexos são estéreis.
Com exceção desses casos patológicos, porém, há circunstâncias em que pode ser desejável para os pais retardar a transformação de seus filhos em adolescentes. Para começar, tudo indica que a idade em que se alcança a puberdade nos países ocidentais vem caindo vertiginosamente desde o começo do século 20.
Precocidade preocupante


Para se ter uma idéia, as meninas européias do século 18 costumavam menstruar, em média, por volta dos 17 anos; hoje, a média caiu para 13. Há, porém, casos muito precoces cada vez mais comuns, como meninos que desenvolvem pêlos pubianos aos nove anos de idade ou meninas que menstruam por volta dos sete ou oito anos.
Ninguém sabe muito bem porque esse processo vem acontecendo. Há indícios de que a kisspeptina responde ao estresse e ao excesso ou falta de alimentos: uma alimentação excessivamente calórica, como a das populações urbanas de hoje, tenderia a incentivar uma puberdade precoce. Alguns pesquisadores, como Peter Gluckman, da Universidade de Auckland, acham que a puberdade aos 12 anos é apenas um retorno aos padrões comuns na espécie humana antes que o desenvolvimento da agricultura e a revolução industrial tornassem a desnutrição comum entre nossos ancestrais.
De qualquer maneira, a diferença é que a maturidade emocional e psicológica para lidar com a adolescência é muito menor hoje do que já foi no passado, e o fato tende a ficar a pior quanto mais cedo a puberdade chegar. Atrasar a adolescência poderia diminuir o risco do uso precoce de drogas e álcool, a gravidez indesejada entre meninas e o comportamento violento entre meninos.
Na prática, os pais que gostariam de colocar mais controle nesse aspecto da vida dos filhos já podem fazê-lo. Drogas que afetam o hormônio GnRH (o segundo passo da cadeia bioquímica da adolescência, que vem logo depois da kisspeptina) e conseguem deter o processo já estão disponíveis. No entanto, vêm só na forma injetável e são custosos.
Existe, claro, o medo em relação a efeitos colaterais, em especial os de longo prazo. As injeções de GnRH, fora episódios de dor ocasional, não parecem causar nenhum problema. Mesmo assim, a adolescência é um período crucial para o desenvolvimento do cérebro, e alterações no processo poderiam interferir numa série de processos, como o desejo sexual ou até o raciocínio espacial.
Os pesquisadores da área sugerem que a kisspeptina pode ser um alvo mais seguro para a manipulação da puberdade, uma vez que está na origem do processo. Por outro lado, sempre há a possibilidade de que os pais abusem desse potencial, talvez mantendo os filhos como “Peter Pans” por razões estéticas ou de comodidade.


Artigo publicado no site da globo.com, canal G1 (canal de notícias) em 06/01/2007.

5 de junho de 2011

JÔ SOARES FALA DE SEU FILHO AUTISTA NA MATÉRIA: DECIFRA-ME OU TE DEVORO


JÔ SOARES FALA DE SEU FILHO AUTISTA NA MATÉRIA: DECIFRA-ME OU TE DEVORo.


Decifra-me ou te devoro


Um mergulho na intimidade de José Eugenio Soares

ecsandra Zapparoli*




Ele ri com a mesma fluência com que fala seis idiomas. É inteligente, galanteador e muito perfumado. Quando passa de entrevistador a entrevistado, fica com a leveza do craque santista Robinho – nessa hora é possível jurar que ele não pesa 116 quilos. Adora falar dele, mas não sobre ele. Tem duas geladeiras na cozinha, 58 fotos e caricaturas suas no corredor do apartamento, não usa cueca e é capaz de, durante uma viagem ao exterior, comprar luvinhas para proteger as mãos de uma funcionária do programa que manipula diariamente pilhas de jornais. Bem-vindos ao show de José Eugenio Soares, humorista, ator, comediante, diretor, escritor, produtor, artista plástico – essas habilidades encabeçam seu curriculum vitae desta reportagem.











O novo imóvel de 600 metros quadrados: futuro Espaço Cultural Jô Soares

A rotina tem sido dura para o multimídia Jô Soares. Aos 65 anos, divide os ensaios da nova apresentação com três gravações semanais do talk-show global, com seis entrevistas em cada uma. Consegue ainda ler um livro por semana e assistir a um filme por dia, uma de suas grandes paixões. Solteiro atualmente (atenção, paparazzi, esta é quente: ele terminou o namoro com a atriz Mika Lins!), anda engavetando os mais de vinte convites para baladas que recebe por semana. Na verdade, menos por falta de companhia e mais por opção. "Não sou um recluso, mas adoro ficar em casa. Tenho um projetor com quadruplicador de linhas, duas bibliotecas..." Em breve, a necessidade de sair do apartamento de 600 metros quadrados no bairro de Higienópolis será ainda menor. O apresentador comprou o imóvel do andar de baixo e derrubou as paredes para transformá-lo no Espaço Cultural Jô Soares. Lá, pretende expor seus quadros (sim, ele também pinta) e convidar os amigos para jam sessions. "A idéia é um lugar para pequenos ensaios."


A amplitude e a iluminação do imóvel são fantásticas, com tubulação elétrica e de ar condicionado aparentes. Como está em obras, obviamente não tem o mesmo aconchego do apartamento do andar de cima, decorado logo no hall de entrada com a estátua de um músico negro – ela foi despachada em Paris, perdeu-se na Colômbia e chegou a São Paulo depois de um ano e meio. Na casa do apresentador tudo é assim, tem história. Do chapéu de bombeiro de uma vítima do World Trade Center (exposto no escritório) a uma tela do cultuado artista pop americano Roy Lichtenstein (exposta na sala). Os livros são um capítulo à parte. Ao todo, 3.600 exemplares. As obras de Fernando Pessoa, Gore Vidal, Dostoievski, Eça de Queiroz e outras tantas ficam ao lado das de sua autoria – O Xangô de Baker Street (incríveis 600.000 cópias vendidas no Brasil) e O Homem que Matou Getúlio Vargas (385.000). Seria criminoso terminar o parágrafo apartamento turbinado sem falar do invejável ofurô com televisão acoplada que ele tem no quarto, a menos de dez passos da cama.







Arquivo pessoal
Em 1971, depois de perder 80 quilos: silhueta fina durou pouco



Jô garante que usufruir todo esse conforto sozinho não chega a ser um problema. "Tem uma diferença entre estar em casa só e estar em casa em solidão", afirma ele. "Você também pode estar em solidão acompanhado." Ex-consorte de belas mulheres, o apresentador volta a encarnar o driblador Robinho no campo amoroso. Discretíssimo, limita-se a dizer que foi casado duas vezes no papel. Por vinte anos com a atriz Theresa Austregésilo e outros catorze com a designer gráfica Flávia Soares. "Como marido, ele é infantil, feminino, doce e delicado", derrete-se Flávia, na intimidade "Bitika". Começaram a sair quando ela tinha 20 anos e ele, 46. Romperam em 1998, mas ainda se falam diariamente. "Fisicamente Jô nunca foi o protótipo dos namorados que eu tive. Ele subverte a gordura com muita sedução, sensualidade e... é muito bom de cama." Nesse quesito, Theresa, na intimidade "Nenê", concorda. "Ele sempre foi o máximo."




Theresa com o filho do casal, Rafael, em 1968


Theresa só conquistou essa serenidade para falar do ex algum tempo após a separação. "Eu não precisava nem preencher um cheque porque o Jô imitava minha assinatura", conta ela. "Do dia para a noite fiquei sem aquele homem genial, delicado, lindo, e só sobrou um medo enorme de viver." Desse casamento nasceu Rafael, 38 anos. Quando fala das habilidades do filho, Jô se emociona. Theresa também. Ele toca piano, faz programa de rádio em casa, fala inglês, aprendeu a ler sozinho aos 4 anos de idade. Tem o jeito de andar de bonequinho, o humor e a musicalidade do pai. Sofre do chamado autismo "de alto nível", como o personagem vivido por Dustin Hoffman em Rain Man. Rafael possui uma boa capacidade de comunicação e inteligência, mas tem dificuldades motoras e vive em uma espécie de mundo particular. "Estávamos em uma loja de livros e o Rafinha separou vinte para levar", conta Jô. "Pedi que escolhesse alguns e ele me respondeu: 'Não quero nenhum. Escolher é perder sempre'." Jô lembra-se com desvelo de outras boas sacadas do filho, como quando disse durante uma partida do Fluminense que o grito de guerra das torcidas estava desafinado. "Ele é genial." Outros filhos não aconteceram na vida do apresentador. Theresa chegou a engravidar de gêmeos depois de Rafael, mas a gestação não vingou. "O Rafinha é diferente. Mas hoje eu não queria ter um filho diferente dele."

A fala do apresentador também fica mais pausada quando se lembra dos pais, o corretor da bolsa de valores Orlando Heitor Soares e a dona-de-casa Mercedes. Filho único, estudou nos Estados Unidos e na Europa dos 12 aos 18 anos. Com uma reviravolta nos negócios do pai, voltou ao Brasil. "Do anexo do Copacabana Palace mudei para um quarto alugado na Prado Júnior e meus pais foram morar num apartamento emprestado", conta. A família superou bem a falência. "Meu pai brincava: 'Bom, meus credores já não me procuram mais porque quando eles me procuram eu peço mais dinheiro emprestado'." Foi nesse momento de crise, em 1958, que começou, praticamente por acaso, a carreira de Jô. Ele estudava para prestar Itamaraty e ainda freqüentava a piscina do Copa. Atraído pelas brincadeiras e pelos números inventados pelo menino rechonchudo, o dramaturgo Silveira Sampaio, já falecido, acabou apresentando-o a Adolfo Celi, na época marido de Tônia Carrero. Em seu primeiro programa, na TV Rio, contracenou com Paulo Autran. Daí para a frente, todo mundo conhece.


Jô diz que herdou da mãe o senso de humor extrovertido e do pai o senso de humor introvertido. O casal faleceu quando o apresentador tinha 30 anos. Primeiro a mãe, atropelada no Rio de Janeiro. Orlando morreu um ano depois. Uma história muito curiosa marca essa passagem. "Dez anos após a morte da mamãe, peguei um táxi no aeroporto. O motorista parou no meio do trajeto e começou a chorar", lembra. "Disse que ele era o taxista que a havia atropelado e que não conseguia dormir fazia dez anos, precisava do meu perdão. Ele não teve culpa de nada, e é claro que perdoei."


Generosidade, diga-se, é uma das qualidades mais marcantes de Jô. Uma fratura instável no braço esquerdo e uma prótese no direito, ele aponta como seus "defeitos". Com um ar meio reflexivo, enumera suas qualidades, que, segundo ele, equivalem aos defeitos. Ei-las:


Generosidade: adora agradar aos conhecidos e não mede esforços para isso. Certa vez, deu a Willem van Weerelt, diretor de seu programa, um Rolex Submariner. Pouco tempo depois, o relógio foi roubado. Ao ver a frustração do amigo, não titubeou: presenteou-o com outro igual. Quando namorava sua segunda mulher, Flávia, resolveu fazer uma surpresa de aniversário. Embrulhou um Escort novinho e, quando ela apareceu na garagem, pôs Parabéns pra Você no rádio do carro e ainda levou seu copeiro para servir champanhe. "Generosidade talvez seja a descrição mais sintética quando se fala do Jô", diz Flávia. "Mimar as pessoas faz parte de sua personalidade." Em outra ocasião, durante uma viagem a Nova York em que compromissos fizeram os dois se desencontrarem várias vezes, ele encheu o apartamento com livros e catálogos, duas paixões da ex-mulher. "Pela sala, havia caminhos feitos de catálogos, que levavam a fotos, bilhetinhos e outras gracinhas", lembra.


Preguiça: nada de falar com Jô antes do meio-dia. Ele detesta acordar cedo e, mesmo com tantas atividades na agenda lotada, confessa que às vezes é tomado por uma preguiça brutal. "Mas ela tem seu lado positivo", diz. "Impulsiona-me a fazer coisas, a produzir."


Gula: "Vício é diferente de hábito", costuma dizer. "Tenho o hábito de fumar charutos, mas sou viciado em comida." Principalmente em churrasquinho grego, maionese, bolacha e uma receita aprendida nos tempos de criança na Suíça: pão quentinho recheado com muita manteiga e uma barrona de chocolate no meio.


Vaidade: incomodado com uma "saia" de gordura instalada abaixo do umbigo, decidiu recentemente fazer plástica. Retirou 7 quilos no total, eliminando também uma parte da papada. "Digamos que Jô tem uma auto-estima magnífica", brinca Flávia. "E não aceita críticas muito bem. Várias vezes brigamos porque eu, em nosso relacionamento, assumi o papel de regularizar o ego dele – que é, aliás, proporcional a seu tamanho."


Perfeccionismo: nada tira mais Jô Soares do sério do que descaso e falta de profissionalismo e de pontualidade. Por mais atarefado que esteja, dificilmente se esquece de um assunto a ser resolvido. Em seu novo show, por exemplo, usa no palco apenas uma cadeira com rodinhas. Mandou fazer outras três extras por precaução. Se precisa resolver algum problema, não hesita em ligar às 3 da manhã para sua empresária, Claudia Colossi. Fiel escudeira há dezesseis anos (e filha do antigo empresário de Jô, Roberto Colossi), ela mantém em casa uma linha telefônica apenas para receber chamadas do patrão. "Ele não deixa nada para depois", diz. "É difícil se atrasar para um compromisso. Pode até ficar calado no meio de uma reunião, mas com certeza está prestando atenção aos mínimos detalhes."









Paulo Salomão

Cristina Granato
Aos 21 anos, no casamento com Theresa Austregésilo, e em 1986, com Flávia Soares: as duas caras-metades

Da sala especialmente separada para guardar os presentes que ganha dos convidados às piadas que contará na TV, nada escapa ao olhar de Jô também em seu talk-show na Globo. O apresentador é uma das personalidades mais paparicadas da emissora, que lhe paga por mês um salário em torno de 800.000 reais. Só a equipe do Programa do Jô conta com cinqüenta pessoas, entre as quais 33 técnicos para controlar do telão à afinação do piano. Responsável por atrair grandes anunciantes, o talk-show recebeu elogios até do The New York Times. Segundo uma reportagem do jornal americano, ele é "o apresentador do programa de entrevistas mais importante do Brasil, mas esse formato jamais foi o suficiente para conter um talento tão grande quanto seu tamanho". São 8.453 entrevistas no currículo. "Como ator comediante, Jô foi uma das figuras mais geniais da história da televisão brasileira", afirma o crítico Gabriel Priolli. "Mas vira e mexe expõe o público ao constrangimento quando quer mostrar mais conhecimento que seus entrevistados, transformando o bate-papo num duelo ridículo." Seja lá como for, o fato é que o apresentador consegue, mesmo depois de mais de uma década, atrair diariamente 1,2 milhão de telespectadores só na Grande São Paulo


O chavão de que humorista é sisudo na vida pessoal desaba no caso de Jô Soares. Como se disse no começo, ele ri com a mesma fluência com que fala seis idiomas. É divertido, goza a si mesmo, tem ótimas tiradas – e o melhor: sem querer fazer graça o tempo todo. O sorriso fácil, no entanto, disfarça o olhar enigmático. "Ele se escondeu demais. O Zezinho foi encolhendo e o artista Jô, cheio de expectativas, tomando conta dele", diz Theresa. "Eu costumava brincar que não é à toa que ele tem tantas camadas de gordura." O que ele respondia nessas horas? "Decifra-me que eu te devoro."


Jô, aos 17 anos, na Suíça: seis idiomas na bagagem

http://caminhosdoautismo.blogspot.com/2010/06/jo-soares-fala-de-seu-filho-autista-na.html